Polícia Civil voltou a prender Gutemberg Goudinho acusado de envolvimento no assassinato da jovem Erika Cantanhede

Polícia Civil voltou a prender Gutemberg Goudinho acusado de envolvimento no assassinato da jovem Erika Cantanhede
dezembro 05 15:44 2016 Print This Article

13495285_120330798393037_7328575077277522578_nA Polícia Civil voltou a prender, nesta segunda-feira, 5, Gutemberg Goudinho Torres, 25 anos, acusado de envolvimento no assassinato da jovem Erika Cantanhede Moraes, 26 anos, em Pacajá, sudeste paraense. A prisão dele é resultado da decretação de mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça em função de novas informações apuradas durante o inquérito policial instaurado para esclarecer o crime. O pedido de prisão foi feito pelo delegado Arthur Nobre, que preside o inquérito do caso. Gutemberg chegou a ser preso em flagrante no último dia 23 de novembro e foi colocado em liberdade provisória durante audiência de custódia, no fórum judiciário do município.

Segundo o delegado, o pedido de prisão do acusado foi feito na última sexta-feira, 2. A ordem de prisão foi expedida nesta segunda-feira, quando Gutemberg foi encontrado na casa de familiares, em Pacajá. As investigações apontaram que a morte de Erika foi resultado de crime passional, pois o acusado seria ex-namorado da vítima e não aceitava o fim do relacionamento. De acordo com Arthur Nobre, fatos novos surgidos nas investigações foram fundamentais para a decretação da prisão de Gutemberg. Um deles foi a localização de uma nova testemunha que reconheceu o acusado como a pessoa que desceu da moto, no dia do crime, com o rosto à mostra, usando apenas uma camisa para encobrir a cabeça, e que desferiu os tiros na vítima, dentro de uma casa noturna, em Pacajá, onde Erika trabalhava havia um mês.

Essa mesma testemunha reconheceu as botas usadas pelo suspeito no dia do crime e que foram apreendidas na casa do acusado e até o jeito de andar de Gutemberg. Conforme o delegado, o suspeito havia usado a camisa para esconder uma cicatriz que possui na cabeça. A camisa usada pelo suspeito foi encontrada durante as investigações e apresentava marca de pneu de uma moto Honda Pop, mesmo veículo usado após o crime durante a fuga do criminoso. Conforme o delegado, na fuga, a moto passou por cima da camisa deixando a marca que foi comparada com o pneu da moto do suspeito.

Outra prova foi o relato de uma garota de programa com quem o acusado se envolveu cerca de um mês e meio atrás, em Pacajá. Na ocasião, ele alegou que havia se apaixonado pela testemunha, mas ela não queria qualquer relação com o acusado. Assim, segundo a testemunha, Gutemberg teria ido até a casa da garota de programa, em Parauapebas, e ali ameaçou tocar fogo na residência, chegando a jogar gasolina no local. O preso está na Delegacia local e ficou de ser transferido ainda nesta segunda-feira, 5, até Tucuruí para ficar recolhido à disposição da Justiça.

Fonte: www.policiacivil.pa.gov.br

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Ana Moreira
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